Com patrocínio master da Amazon Web Services (AWS) e TOTVS, a edição 2022 da ABES CONFERENCE, organizada em parceria com o portal The Shift, apresentou como mote central “O Digital sem Fronteiras. O mapa e o terreno mudaram”. O evento híbrido e gratuito reuniu importantes especialistas do ecossistema de inovação, inteligência artificial (IA), transformação digital, machine learning e futuro do trabalho, no dia 07 de novembro, na capital paulista.
Na primeira mesa redonda do dia, com o tema ‘Inteligência ativa na tomada de decisão’, mediada por Cesar Ripari, Líder do Comitê de BI e Analytics da ABES. Cada palestrante apresentou diferentes perspectivas sobre o desenvolvimento e o uso de IA.
Marc Etienne Ouimette, Global Lead, AI Policy da AWS, comentou que a inteligência artificial é uma tecnologia de propósito geral, assim como a eletricidade. “Não dá para dizer quando usá-la, mas é preciso saber qual o ganho e quais os objetivos que se alcançará com a sua aplicação, pois existe uma diferença entre desenvolver a IA e a sua adoção. Desenvolver essa ferramenta consiste em criar a capacidade de simular as ações humanas e de pensar de maneira lógica. E, com isso, conceber soluções para os mais variados aspectos de um processo rotineiro. É preciso identificar se o seu uso proporcionará resultados mais satisfatórios. É preciso destacar ainda que a empresa necessita ter pessoas com capacidade para desenvolver IA e precisa de pessoas dispostas a adotá-la”.
IA no agronegócio
Para Aline Oliveira Pezente, Cofundadora e Chief of AI & Product Strategy da Traive, comentou que a inteligência artificial para o campo oferece um conjunto de ferramentas e recursos que ajudam o agricultor a coletar dados, processar informações e tomar decisões que influenciam no desempenho da lavoura. “Uma safra nunca é igual a outra. Criamos uma infraestrutura de IA para avaliar os fatores e criar um padrão de acontecimentos e com isso desenvolver uma antologia financeira. Nesta antologia, é possível dar as variáveis e os algoritmos conseguem entender melhor a cadeia agrícola para achar a maior associação de dados a fim de evitar que o cliente tome decisões ruins”.
Solução personalizada para cada negócio
“A inteligência artificial é uma realidade muito presente, tanto no ambiente corporativo como na rotina das pessoas. Longe do aspecto encenado nas ficções científicas de robôs dominando e se rebelando contra os humanos, cada vez mais empresas estão usando os diferentes recursos dessa tecnologia para prever cenários, analisar dados, realizar precificação de produtos ou serviços, além de antecipar riscos. A vantagem competitiva é não comprar uma solução de prateleira, mas ter um recurso personalizado que possa gerar melhoria estratégica”, complementou Caio Guimarães, Partner do Boston Consulting Group GAMMA (divisão de Inteligência Artificial) .













