Cinco especialistas destacam as mudanças que moldarão a IA conforme os sistemas se integram cada vez mais aos fluxos de trabalho, os ambientes regulatórios divergem e a escolha de modelos continua mudando

Principais destaques:
– A confiança será conquistada por meio de evidências: As empresas precisarão de avaliação, testes e mecanismos de prestação de contas que se sustentem em condições reais de operação.
– A geopolítica está chegando à camada de arquitetura: As opções de implementação, os limites dos dados e as prioridades nacionais estão se tornando parte da estratégia de IA.
– A adaptabilidade está se tornando um requisito: A vantagem duradoura virá de dados confiáveis, raciocínio fundamentado e liberdade para adotar melhores modelos e assistentes conforme o mercado evolui.
A Qlik® traz um alerta à ação de seu Conselho de IA sobre as mudanças que as empresas devem se preparar conforme a IA avança se aprofunda no apoio à tomada de decisão, na execução de fluxos de trabalho e nas operações do dia a dia.
A mensagem do Conselho é clara: a próxima fase da IA será moldada por forças que muitas organizações ainda estão subestimando. A avaliação e a prestação de contas terão mais peso. Os ambientes regulatórios continuarão se fragmentando. A qualidade do raciocínio enfrentará um escrutínio maior. A rotatividade de modelos e interfaces continuará. As escolhas de arquitetura determinarão a rapidez com que as empresas poderão se adaptar sem precisar se reinventar repetidamente.
“A IA está entrando em uma fase mais difícil e com mais consequências”, afirma Mike Capone, CEO da Qlik. “As conversas fáceis já ficaram para trás. O acesso a modelos poderosos é generalizado. A questão mais difícil é se a IA consegue operar dentro das condições reais de um negócio, com dados confiáveis, raciocínio responsável, exigências regulatórias em evolução e a flexibilidade necessária para continuar se adaptando conforme o mercado muda.”
Cinco pontos de vista sobre o que as empresas devem preparar
“Muitas organizações ainda tratam a governança como um conjunto de documentos”, diz a Dra. Rumman Chowdhury, líder em IA responsável, engenheira, auditora e investidora. “Essa abordagem falhará sob pressão real. Conforme a IA se aproxima mais das decisões e das ações, a confiança dependerá de evidências. A avaliação precisa ocorrer de forma contínua, em condições reais, com sinais claros de quando os sistemas são confiáveis e quando não são.”
“A próxima divisão da IA será moldada por poder, acesso e dependência”, diz Nina Schick, Autora, Conselheira e Fundadora de uma Consultoria de IA. “A inteligência está sendo industrializada, concentrada e contestada ao mesmo tempo. Os líderes precisam pensar além das decisões sobre ferramentas e se concentrar em saber se suas organizações foram estruturadas para se adaptar conforme a configuração da economia da IA se transforma.”
“A fragmentação regulatória está se tornando uma realidade operacional para empresas globais”, afirma Kelly Forbes, Co-Fundadora e Diretora-Executiva do AI Asia Pacific Institute. “Diferentes mercados estão avançando em velocidades distintas, com expectativas diferentes em relação à transparência, impacto no trabalho, supervisão e uso aceitável. As empresas que conseguirem escalar com eficácia tratarão coordenação e adaptabilidade como capacidades centrais desde o início.”
“Um resultado fluente ainda pode refletir um raciocínio superficial”, diz Michael Bronstein, Professor de Inteligência Artificial da DeepMind na Universidade de Oxford. “Os sistemas que importam nos negócios serão aqueles capazes de trabalhar com estrutura, relações e restrições. É o contexto que torna a inteligência útil dentro de uma organização real.”
“A camada de modelos continuará mudando mais rápido do que a maioria dos ciclos de planejamento corporativo”, afirma Mark Relph, Diretor de Go-To-Market (GTM) de Dados e IA na AWS. “As empresas devem partir do princípio de que novos modelos, novos assistentes e novos padrões de orquestração continuarão surgindo. A escolha mais duradoura é permanecer aberto, governado e pronto para adotar o que funciona sem reformular todo o sistema a cada vez.”
Tomadas em conjunto, as perspectivas do conselho apontam para um padrão mais exigente de prontidão para IA. As empresas precisarão de sistemas que resistam ao escrutínio, operem com contexto confiável, incorporem modelos melhores conforme surgirem e permaneçam úteis à medida que as condições de negócios, regulatórias e técnicas continuem mudando.
Essa perspectiva orientará uma conversa mais ampla no Qlik Connect® 2026, onde a Qlik anunciará um conjunto coordenado de lançamentos focados em analytics agêntico, bases de dados abertas e reutilizáveis, confiança operacional e implementação preparada para soberania. Em conjunto, esses anúncios refletem uma visão prática do que a IA corporativa exige agora: útil sob pressão, explicável quando questionada e adaptável conforme as condições mudam.
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Sobre a Qlik
A Qlik ajuda equipes a extrair mais da IA com dados nos quais podem confiar e controlar. Entrega produtos de dados confiáveis, um poderoso motor analítico e agentes de IA, apoiando na redução de riscos, a manter os custos operacionais sob controle e a escalar a IA de forma responsável. Utilizadas por 75% das empresas da Fortune 500, as soluções da Qlik apoiam clientes em todo o mundo. Funcionam também com sistemas e parceiros que os clientes já usam, para que possam permanecer flexíveis, sem dependência de fornecedores.













