Com o crescimento dos ataques em número e em sofisticação, o conceito de backup foi ampliado para incluir a rápida volta à normalidade após investidas criminosas bem-sucedidas
Junho é considerado o mês da conscientização da importância do backup, uma iniciativa das comunidade de TI e de segurança de dados que vem ganhando popularidade em diversos países. E não faltam razões para isto, a começar pela crescente sofisticação dos cibercriminosos.
“Com o aumento dos ataques criminosos em número e em refinamento fica cada vez fica mais clara a importância da proteção dos dados corporativos e pessoais. Realizar backups regulares é uma prática essencial para prevenir perda de informações sensíveis devido não só aos maus atores mas também a falhas de hardware, desastres naturais ou erros humanos”, observa Caio Sposito, country manager da Arcserve Brasil, a mais experiente fornecedora do mundo de soluções de backup, recuperação e armazenamento imutáveis para resiliência unificada de dados contra ransomware.
O executivo ressalta que no cenário atual não basta apenas ter a cópia dos dados a salvo dos cibercriminosos. “Na sociedade digital em que vivemos, não é mais possível se dar ao luxo de deixar um sistema crítico fora do ar por muito tempo, seja qual for a causa, pois a receita de várias empresas está atrelada diretamente às operações online”, pontua Caio. Ele lembra ainda que estatísticas apontam que 82% dos ataques de ransomware tem como alvo pequenas e médias empresas. “Uma vez atingidas por um ataque cibernético, uma em cada cinco empresas interrompe completamente suas operações até que o problema seja resolvido.”
A realização regular de backups, mantendo a proteção dos dados sempre atualizada, ainda é a receita mais eficaz para evitar que as organizações sofram perdas significativas ou tenham que pagar resgates para voltar a ter acesso às informações sensíveis suas e de seus clientes. “O conceito de proteção das informações hoje está diretamente ligado à necessidade da rápida disponibilidade dos dados no caso de um incidente”, destaca Caio.
De acordo com o executivo, não existe fórmula mágica no combate ao cibercrime. “Além da implantação de um robusto sistema de backup e de disponibilidade, as empresas devem investir em educação e em treinamento, buscando adotar as boas práticas de proteção, que incluem o armazenamento dos dados em diferentes locais, como na nuvem e em dispositivos físicos; a adoção de backups imutáveis, que não podem ser alterados mesmo no caso de um ataque bem-sucedido; e a realização de testes regulares, para se ter a certeza de que o sistema de defesa está pronto para responder a qualquer cenário de desastre”, resume Caio Spósito.













