Nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2026, São Paulo foi o centro das discussões estratégicas sobre o desenvolvimento do país durante o P3C Nacional. O evento, que reuniu os principais players do setor de infraestrutura, focou em soluções práticas que unem três pilares essenciais para o Brasil do futuro: inovação, governança e impacto social.
A ABES marcou presença de forma protagonista, consolidando a tecnologia e o desenvolvimento de software como elementos indissociáveis da modernização da infraestrutura pública e das Parcerias Público-Privadas (PPPs).
A associação foi representada por um corpo diretivo altamente especializado, que participou ativamente de painéis sobre os temas relevantes da agenda digital e regulatória:

- Inteligência Artificial e Dados: Daniella Caverni, Diretora da ABES e colíder do GT de Proteção de Dados, integrou o painel “Inteligência Artificial e Dados: a Nova Fronteira da Gestão de Infraestrutura Pública”. A discussão enfatizou como o tratamento ético de dados e o uso de IA podem prever demandas de manutenção, otimizar fluxos de transporte e garantir uma gestão pública mais preditiva e menos reativa.

- Segurança Cibernética: Jamile Sabatini Marques, Diretora de Inovação, Fomento e Pesquisa, participou do painel “Segurança Cibernética e Resiliência Digital: Protegendo as Infraestruturas Críticas do País”. Jamile destacou que, em um mundo hiperconectado, a segurança de redes de energia, saneamento e transporte é uma questão de soberania nacional e exige investimentos constantes em resiliência.

- Inovação em Concessões: Marcelo Almeida, Diretor de Relações Governamentais, debateu no painel “Inovação Aplicada à Infraestrutura: o Impacto da Transformação Digital nas Concessões e PPPs”. Ele ressaltou que a digitalização não é apenas um ganho de eficiência operacional, mas uma ferramenta de transparência e governança que aproxima o cidadão da administração pública.
Ao reforçar seu papel estratégico, a ABES demonstra que a modernização do Estado passa obrigatoriamente pela transformação digital e renovação de processos. Um dos objetivos é utilizar a inovação para construir um Brasil mais digital, competitivo e, acima de tudo, menos desigual, onde o acesso à tecnologia estimule a inclusão social e o desenvolvimento sustentável de longo prazo.













